A influência da iluminação natural na conservação de revestimentos internos

Existem casas onde a luz do sol entra como um convidado bem-vindo, banhando os ambientes e criando uma sensação imediata de amplitude. Em contrapartida, há cômodos que parecem congelados em uma penumbra perpétua, exigindo lâmpadas acesas mesmo durante o dia. A diferença entre esses dois extremos vai muito além da percepção estética ou do consumo de energia elétrica; ela incide diretamente sobre a pele da sua casa: os revestimentos.

Existe uma crença comum de que a luz natural é sempre benéfica para a conservação de um imóvel, funcionando como um agente higienizador. Embora o sol ajude a controlar a umidade e a proliferação de fungos, o excesso de radiação ultravioleta atua como um catalisador de desgaste para diversos materiais. Quando o revestimento recebe incidência direta de raios solares por períodos prolongados, o processo de degradação química é acelerado.

Em superfícies de madeira, como pisos laminados ou maciços, a luz constante provoca a oxidação dos pigmentos. O resultado é o desbotamento desigual, onde áreas próximas às janelas perdem a tonalidade original muito mais rápido do que os cantos protegidos do cômodo. O mesmo vale para papéis de parede e painéis decorativos compostos por fibras orgânicas ou polímeros sintéticos, que tendem a se tornar quebradiços e perder a elasticidade sob o bombardeio contínuo de radiação. O calor associado à luz também causa dilatações microestruturais, que podem gerar fissuras imperceptíveis à primeira vista, mas que comprometem a integridade da peça a longo prazo.

A ausência de luz natural também traz desafios, mas a reação dos revestimentos é distinta. Em áreas internas privadas de janelas ou voltadas para faces que não recebem luz solar direta, o inimigo principal deixa de ser a radiação e passa a ser a estagnação. Materiais porosos, como pedras naturais e certos tipos de cerâmicas, tornam-se propensos ao acúmulo de microrganismos que se instalam nas juntas e porosidades.

Sem o calor do sol para auxiliar na evaporação da umidade residual, o revestimento sofre com o chamado “estresse hidrostático”. Em ambientes úmidos, como banheiros ou áreas de serviço sem ventilação adequada, a falta de luz inibe a secagem rápida. Isso não apenas altera a cor original, manchando superfícies claras, como pode comprometer a aderência de rejuntes e colas. A conservação, portanto, não exige o bloqueio da luz, mas o controle da sua incidência e a garantia de que o ambiente consiga respirar. É uma questão de equilíbrio entre o aporte de luminosidade e a proteção física das superfícies.

Ao observar o desgaste dos revestimentos internos, o proprietário deve considerar a orientação solar do imóvel como o primeiro fator de risco. Cômodos voltados para a face oeste, por exemplo, recebem uma radiação vespertina intensa e carregada de calor, o que exige medidas mitigadoras. A escolha de cortinas com proteção solar, películas filtrantes em vidros ou persianas de fácil ajuste permite que a claridade entre sem que os raios UV atinjam diretamente a superfície do piso ou da parede.

A decisão de como proteger o ambiente depende da sensibilidade do material. Superfícies que apresentam sinais de esbranquiçamento ou ressecamento após curtos intervalos de tempo são indícios claros de que a proteção física precisa ser reforçada. Se o revestimento for de alto valor ou textura delicada, a instalação de barreiras físicas que filtrem a radiação antes que ela toque a superfície é mais eficaz do que qualquer tratamento químico posterior. A conservação ideal é aquela que permite a entrada de luz difusa, garantindo a salubridade do espaço, mas que barra a incidência direta nas horas de pico de radiação.

https://www.remax.com.br/_/Regiao_Sudeste/Espirito_Santo/imobiliaria-Serra

Como avaliar a rede elétrica ao comprar um apartamento de época

REMAX Imobiliaria em Vila Velha

Muitas vezes, a paixão por um pé-direito alto ou pelos tacos de madeira originais de um apartamento antigo nos cega para o que realmente sustenta o funcionamento de um lar moderno: os fios escondidos dentro das paredes. A estética nostálgica costuma esconder décadas de uso ininterrupto, transformando o entusiasmo da mudança em uma sucessão de disjuntores desarmados e tomadas que simplesmente não dão conta da demanda atual.

O principal problema dessas unidades não é apenas o desgaste natural do cobre, mas a incompatibilidade entre o projeto elétrico da época e o consumo de eletrodomésticos atuais. Há trinta ou quarenta anos, a carga projetada para um apartamento médio era mínima. Hoje, carregamos simultaneamente smartphones, tablets, notebooks, além de máquinas de lavar potentes, micro-ondas e sistemas de climatização. Quando o sistema não foi atualizado, o resultado é um aquecimento constante na fiação, que deteriora o isolamento plástico e aumenta significativamente o risco de curtos-circuitos.

Ao visitar um imóvel, o primeiro ponto de atenção é o quadro de distribuição. Se você se deparar com caixas de madeira ou modelos antigos de fusíveis, onde cada troca exige o manuseio de fios expostos e a substituição de peças cerâmicas, tenha em mente que o sistema precisa de uma substituição total. Quadros modernos possuem disjuntores magnéticos e dispositivos DR, que cortam a energia instantaneamente em caso de fuga de corrente, protegendo tanto os equipamentos quanto os moradores contra choques.

Observe também o padrão das tomadas. O fato de ainda existirem modelos antigos, sem o terceiro pino para o aterramento, é um sinal claro de que a infraestrutura está obsoleta. O aterramento é a peça de segurança que desvia a carga excessiva para a terra, evitando que o seu computador ou a carcaça de um eletrodoméstico fiquem energizados. Sem ele, a rede elétrica trabalha de forma vulnerável e sem margem de segurança.

Ao analisar o interior, verifique se há sinais de manchas amareladas ou derretimento plástico ao redor dos espelhos das tomadas. Isso indica que houve sobrecarga. O cheiro característico de ozônio ou de plástico aquecido quando um equipamento de alta potência é ligado também é um alerta vermelho. Em apartamentos de época, é comum que reformas superficiais tenham sido feitas apenas na parte estética, pintando paredes e trocando acabamentos sem tocar na fiação interna, o que cria uma falsa sensação de segurança.

Para quem está decidido pela compra, a recomendação é considerar o custo de uma revisão completa como parte essencial do orçamento da obra. Isso envolve a passagem de cabos novos por dentro dos conduítes, a instalação de uma rede de aterramento adequada — o que pode ser complexo em prédios que não possuem essa estrutura na prumada principal — e o dimensionamento correto dos circuitos para cada cômodo.

Tentar "puxar uma extensão" ou trocar apenas os bocais de luz não resolve a raiz da questão. O sistema elétrico é um organismo único e, quando um trecho é sobrecarregado, o aquecimento se propaga por toda a fiação embutida. Antes de assinar qualquer contrato ou dar entrada no imóvel, converse com um eletricista de sua confiança para realizar uma vistoria técnica no quadro e na acessibilidade dos conduítes. Se os conduítes forem muito estreitos ou obstruídos por décadas de acúmulo de sujeira e reformas anteriores, o custo da modernização pode ser muito superior ao esperado.

A cautela ao avaliar a eletricidade não é apenas uma questão de conforto, mas um item de prudência fundamental para evitar incêndios e prejuízos com a queima recorrente de aparelhos eletrônicos.

Você está interessado em ser um agente de imobiliária independente?

casas para alugar em Hortolândia REMAX Brasil

Graças a esta qualidade, você ganhará credibilidade e criará uma verdadeira relação de confiança com seus clientes. Esta é a melhor forma de obter informações rapidamente para avançar com seus projetos. O setor de imobiliária está em constante mudança. Entre a evolução jurídica e técnica e a aplicação de novas normas, é fundamental estar informado e realizar um acompanhamento regular. Além de demonstrar o seu profissionalismo, é também uma forma de antecipar certas mudanças e evitar situações desfavoráveis.

Também é importante ficar por dentro das novas tecnologias. Num contexto onde a tecnologia digital ocupa cada vez mais espaço no quotidiano, esta pode revelar-se bastante útil: software, comunicação, etc. Como agente de imobiliária, você desempenha o papel de intermediário entre vendedores e futuros compradores. Deve, portanto, ouvir ambas as partes para concluir a transação imobiliária nas melhores condições. Por um lado, deve estimar o preço do imóvel do vendedor ao melhor preço e, por outro, apoiar o futuro comprador nos seus esforços. Para isso, é obviamente necessário compreender as necessidades e expectativas de cada pessoa para lhe oferecer as melhores soluções. A empatia será sua melhor aliada!

 

O papel do corretor como mediador de expectativas em processos sucessórios de alta complexidade familiar

O papel do corretor como mediador de expectativas em processos sucessórios de alta complexidade familiar

A venda de um imóvel oriundo de herança é, quase sempre, uma operação carregada de camadas que ultrapassam a simples análise de mercado. Quando o inventário envolve múltiplos herdeiros, a propriedade deixa de ser apenas um ativo financeiro e passa a ser o palco de memórias afetivas, disputas não resolvidas e visões divergentes sobre o futuro. É nesse cenário que a figura do corretor de imóveis precisa transcender a técnica de venda e assumir o papel de mediador de conflitos.

A desconstrução do valor sentimental versus o valor de mercado

Um dos maiores desafios enfrentados por corretores em processos sucessórios é o descolamento entre a expectativa financeira dos proprietários e a realidade da precificação. Frequentemente, os herdeiros projetam no imóvel o valor emocional de décadas de história, ignorando fatores técnicos como depreciação física, obsolescência das instalações ou mudanças no perfil de ocupação da região.

Imagine um caso real: uma casa de alto padrão em um bairro tradicional, herdada por três irmãos. Um deles reside em outra cidade e busca liquidez imediata para investir; outro deseja manter o imóvel para uso ocasional, mas sem condições de arcar com os custos de manutenção; o terceiro, por razões afetivas, insiste em um valor de venda 30% acima da avaliação técnica. O corretor que entra nessa sala apenas com dados de fechamento de outras vendas está fadado ao fracasso. O profissional bem-sucedido aqui atua com perícia, apresentando o “estudo comparativo de mercado” não como um decreto, mas como uma ferramenta de pacificação. Ao detalhar por que o imóvel não alcança o valor pretendido, ele retira a carga emocional da discussão e a coloca sobre o terreno técnico, onde o consenso é mais viável.

O corretor como filtro de ruídos na comunicação familiar

cobertura à venda em Jundiaí SP

Em inventários complexos, a comunicação entre as partes tende a ser fragmentada ou hostil. O corretor, ao se posicionar como um interlocutor neutro, assume uma função que, muitas vezes, nem advogados ou consultores financeiros conseguem cumprir com tanta eficácia. Ele centraliza as informações, padroniza a linguagem sobre o processo de venda e filtra as cobranças que, se feitas diretamente entre parentes, poderiam escalar para um litígio judicial.

Essa mediação exige uma habilidade específica de gestão de expectativas. Muitas vezes, o proprietário ouve do corretor o que ele não aceitaria ouvir de um irmão. A autoridade conferida pelo conhecimento profundo das normas de registro e das etapas de sucessão — como a necessidade de alvará judicial ou a quitação de impostos de transmissão — dá ao profissional a neutralidade necessária para alinhar o grupo. Sem essa figura, é comum que imóveis entrem em um ciclo vicioso de “anúncio interrompido”, onde o desentendimento sobre o preço ou a forma de pagamento trava o negócio por anos, resultando em perda real de patrimônio pelo aumento dos custos de IPTU, condomínio e manutenção.

A estratégia por trás da liquidez em inventários

A condução técnica de uma venda sucessória deve ser pautada na transparência total. Quando o corretor antecipa as etapas documentais — como a regularização de escrituras e a verificação de possíveis gravames — ele demonstra profissionalismo e reduz a ansiedade dos herdeiros. A venda de um imóvel em inventário é um exercício de paciência e precisão. O sucesso não vem apenas da exposição da propriedade em portais imobiliários, mas da capacidade de garantir que, no momento em que uma proposta real surgir, o terreno esteja pavimentado para que todos os herdeiros se sintam seguros para assinar.

O papel deste profissional, portanto, é ser o guardião da viabilidade do negócio. Ele organiza a transição do ativo, assegurando que o interesse comum — a liquidação do bem e a partilha do valor — prevaleça sobre as divergências particulares. Ao equilibrar a análise fria do mercado com a sensibilidade necessária para lidar com famílias em processo de luto ou conflito, o corretor deixa de ser um prestador de serviço comum e se torna o elemento decisivo para a conclusão de uma etapa tão delicada do planejamento patrimonial.

Manutenção preventiva de fachada: quando a responsabilidade é do síndico ou do condômino

A preservação da integridade física de uma edificação é uma tarefa contínua que muitas vezes gera zonas cinzentas no dia a dia condominial. Imagine um cenário hipotético: um morador percebe o descolamento de algumas pastilhas na varanda do seu apartamento, exatamente na face externa que compõe o desenho da fachada do prédio. A dúvida surge instantaneamente. Seria essa uma responsabilidade do condomínio, por se tratar da imagem externa da estrutura, ou seria uma tarefa particular, já que o elemento está fisicamente atrelado à unidade privativa?

Para entender onde cada responsabilidade começa e termina, é necessário primeiro analisar o conceito de área comum versus área privativa. Na grande maioria das convenções e regimentos internos, a fachada é considerada um elemento que compõe o patrimônio coletivo. Isso ocorre porque o aspecto visual e a estanqueidade das paredes externas afetam diretamente a durabilidade do imóvel como um todo. Quando falamos de elementos como pastilhas, rebocos, pinturas ou elementos decorativos que compõem o design do edifício, estamos lidando com a segurança e a padronização estética que protegem a todos.

No referido cenário hipotético, a distinção fundamental reside na origem do problema. Se o descolamento das pastilhas ocorre devido a um vício construtivo oculto ou ao desgaste natural decorrente da exposição ao tempo e ao sol — algo que afeta o prédio de forma homogênea —, a responsabilidade é do condomínio. O síndico, como representante legal, tem a obrigação de zelar pela conservação das áreas comuns. Isso significa que, ao notar degradações que seguem um padrão nas varandas ou paredes externas, a gestão deve orçar e executar o reparo coletivo, utilizando o fundo de reserva ou a previsão orçamentária destinada à manutenção predial.

Por outro lado, existe uma situação possível em que o dano é causado por uma intervenção direta do morador. Suponhamos que o proprietário, ao tentar instalar um suporte pesado ou realizar uma reforma na varanda, tenha perfurado a estrutura de forma inadequada, causando fissuras que levaram à queda do revestimento apenas naquele ponto específico. Nesse caso, a responsabilidade de reparar a fachada e devolver ao elemento o seu estado original, mantendo a padronização exigida pelo condomínio, recai sobre o condômino. Aqui, o síndico atua como um fiscal do cumprimento da convenção, garantindo que o reparo seja feito com os mesmos materiais e padrões estéticos, evitando que o prédio perca sua unidade visual.

casas em condominio a venda em Jundiai

O ponto de atenção para os gestores e moradores é a diferenciação entre manutenção preventiva e reparo corretivo de danos específicos. Uma vistoria periódica de fachada, feita por empresas especializadas em alpinismo industrial ou através de plataformas, é uma obrigação do condomínio. Esse processo serve para identificar pontos de corrosão, infiltrações ou riscos de queda de materiais antes que algo grave aconteça. Quando o síndico negligencia esse cronograma de vistorias, o condomínio pode ser responsabilizado civilmente por danos causados a terceiros ou a veículos estacionados na base do prédio.

Portanto, a clareza sobre esses limites evita desgastes desnecessários. O condômino deve ter a sensibilidade de comunicar imediatamente à administração qualquer sinal de deterioração que observe em sua unidade, mas deve evitar intervenções por conta própria que alterem a estrutura externa. Ao mesmo tempo, o síndico precisa estar atento para não delegar ao morador a responsabilidade sobre falhas que são intrínsecas à construção ou ao envelhecimento natural das faces expostas.

A resposta para quem deve arcar com a manutenção depende, quase invariavelmente, da origem do problema. Se o dano é fruto do uso e desgaste natural ou de falhas estruturais, a responsabilidade é do condomínio, que deve agir preventivamente para garantir a segurança de todos. Se o dano é decorrente de uma ação direta ou negligência do proprietário em sua unidade privativa, a responsabilidade é individual. A comunicação transparente entre as partes e o respeito aos manuais do proprietário e à convenção do edifício são as ferramentas mais eficazes para manter a fachada segura e a convivência harmoniosa.

Vantagens fiscais de investir em imóveis comerciais

casas à venda em Nova Odessa REMAX Brasil

Vantagens fiscais de investir em imóveis comerciais

Investir no mercado imobiliário é uma das estratégias mais sólidas para construção de patrimônio. No entanto, quando focamos em imóveis comerciais, além da valorização e do valor do aluguel, existem benefícios tributários significativos que podem otimizar a rentabilidade do investidor.

Confira as principais vantagens fiscais ao optar por esse segmento:

1. Tributação reduzida via Pessoa Jurídica

Para quem possui um volume considerável de aluguéis, investir como Pessoa Física pode ser desvantajoso, já que a alíquota do Imposto de Renda pode chegar a 27,5%. Ao estruturar os investimentos através de uma empresa (como uma holding imobiliária no regime de Lucro Presumido), a carga tributária sobre a receita de locação costuma ser drasticamente menor, variando geralmente entre 11% e 14,5%.

2. Depreciação do imóvel

Diferente dos imóveis residenciais para uso próprio, os imóveis comerciais utilizados na atividade empresarial permitem o cálculo da depreciação. Contabilmente, o desgaste da estrutura ao longo dos anos pode ser lançado como despesa, o que reduz a base de cálculo de impostos como o IRPJ e a CSLL para empresas no Lucro Real.

3. Dedução de despesas operacionais

No modelo de investimento comercial, muitas despesas relacionadas à manutenção, reformas, IPTU e taxas de administração podem ser estruturadas de forma a reduzir o impacto fiscal.

Quando o contrato é bem redigido (como nos modelos Built to Suit ou Net Lease), o proprietário consegue transferir custos operacionais ao locatário, mantendo a receita líquida mais protegida.

4. Diferimento de Ganho de Capital

A estratégia de reinvestimento é favorecida no mercado imobiliário. Existem mecanismos legais que permitem otimizar o pagamento do imposto sobre o ganho de capital na venda de um imóvel comercial, especialmente se o recurso for utilizado para a aquisição de novos ativos dentro dos prazos estipulados pela legislação vigente.

Conclusão

Investir em imóveis comerciais não é apenas uma questão de localização e metragem; é uma decisão estratégica de gestão fiscal. Com o apoio de uma imobiliária especializada e uma boa consultoria contábil, o investidor consegue maximizar seus lucros pagando apenas o tributo estritamente necessário.

Transparência documental como alavanca de negociação: transformando burocracia em valor de venda

https://www.remax.com.br/casas-para-alugar-em-mogi-guacu

Transparência documental como alavanca de negociação: transformando burocracia em valor de venda

A maior parte dos corretores experientes já presenciou o colapso de uma venda promissora por conta de uma certidão negativa com vencimento expirado ou uma averbação de construção pendente na matrícula. O que muitos vendedores interpretam como um simples entrave burocrático acaba se tornando o maior inimigo da valorização imobiliária no momento do fechamento. Quando a documentação de um imóvel está organizada, ela deixa de ser um peso administrativo e passa a funcionar como uma ferramenta de negociação agressiva, capaz de sustentar o preço final e reduzir o ciclo de venda.

A antecipação como estratégia de precificação

O erro comum é deixar o levantamento documental para o momento em que um proponente surge. Essa postura reativa transfere o controle da negociação para o comprador. Imagine a seguinte cena: um imóvel é colocado à venda sem a averbação da área construída no Registro de Imóveis. O comprador, ao contratar uma assessoria jurídica ou um despachante, descobre a pendência e utiliza isso como alavanca para exigir um desconto significativo — muitas vezes superior ao custo que o vendedor teria para regularizar a situação por conta própria.

Ter o “dossiê completo” em mãos — matrícula atualizada com negativa de ônus, certidões de débitos municipais (IPTU), condomínio quitado e histórico de habite-se — retira do comprador o argumento da insegurança. Quando o vendedor apresenta, logo na primeira visita, uma pasta com tudo o que é necessário para a lavratura da escritura, ele demonstra profissionalismo e elimina o risco de surpresas. Esse nível de clareza cria uma percepção de valor superior, permitindo que o preço solicitado seja mantido sem margem para contrapropostas baseadas em incertezas jurídicas.

O impacto das pendências técnicas no financiamento

A grande maioria das transações residenciais depende de crédito imobiliário. Bancos são instituições conservadoras por natureza; qualquer discrepância entre o que está físico no terreno e o que consta na matrícula do Registro de Imóveis trava a concessão do crédito. Se a metragem física difere daquela registrada, o engenheiro avaliador do banco enviará um laudo com ressalvas.

Nesse cenário, a transparência documental atua como um acelerador. Se o vendedor já providenciou a regularização ou possui um levantamento topográfico preciso acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), o processo de avaliação bancária flui sem interrupções. Imóveis com documentação impecável são preferidos por agentes financeiros e, consequentemente, por compradores que precisam de agilidade. Negócios travados por meses em cartórios perdem atratividade e acabam desvalorizados pela urgência do vendedor em liquidar o patrimônio diante da pressão de custos fixos.

Documentação como ativo de confiança

A venda de um imóvel não é apenas uma troca de bens, mas uma transferência de responsabilidades. O comprador, ao investir suas economias, busca segurança. A transparência excessiva — fornecer acesso facilitado às certidões pessoais dos proprietários, prova de quitação de financiamentos anteriores e histórico de eventuais inventários — funciona como uma estratégia de marketing imobiliário de alta conversão.

Matrícula atualizada: Com menos de 30 dias de emissão, demonstrando inexistência de ações reais ou pessoais reipersecutórias.

Certidões de feitos ajuizados: Abrangendo esferas cíveis, trabalhistas e federais, que comprovam que o vendedor não está transferindo bens em prejuízo a credores.

Histórico de manutenções e reformas: Comprovantes de que as modificações estruturais seguiram normas técnicas e possuem registros, o que evita litígios futuros por vícios ocultos.

Ao organizar esses documentos, o proprietário ou a imobiliária responsável não apenas cumpre uma obrigação legal, mas constrói uma barreira de proteção contra especuladores que usam a burocracia para reduzir o valor de mercado do imóvel. Uma transação sem fricções burocráticas é, invariavelmente, uma transação realizada no valor máximo possível do espectro de avaliação do mercado local. A burocracia, quando bem gerida, deixa de ser um obstáculo e se transforma em um ativo de confiança que blinda o valor do patrimônio.

Lista de verificação de inspeção residencial

É melhor imprimir a lista de verificação e levá-la nas visitas. Você pode então
marcar os pontos sobre isso.
A visita oferece também a oportunidade de se candidatar à casa que pretende
alugar . Nesse caso, normalmente você precisará trazer alguns documentos
para a consulta. Também aqui o procedimento não difere do aluguer de um
apartamento .
Geralmente você precisa dos seguintes documentos :
Autorrevelação do inquilino;
Informações sobre SCHUFA;
Comprovante do salário dos últimos três meses;
Certificado de isenção de dívida de aluguel;
Declaração de garantia (se necessário).

imóveis comerciais para alugar em Barueri São Paulo

Contrato de locação e entrega como próximos passos – Se você decidiu alugar uma casa e o proprietário a oferece, o primeiro passo é assinar o contrato de locação . Este regula o uso do imóvel alugado e concorda com o pagamento dos inquilinos e custos adicionais. Em regra, no momento da assinatura deverá também apresentar o comprovativo do seguro de responsabilidade civil existente e já ter efetuado o pagamento da caução ou apresentar o comprovativo do mesmo. Mesmo em uma casa, o depósito não deve ser exorbitantemente alto. Via de regra, três meses de aluguel são considerados adequados . Para casas, às vezes pode ser exigido um depósito de seis meses de aluguel.

 

Valor de corretagem

É indicado o preço de compra desejado, etc., que foi finalmente determinado com base no preço de compra desejado do potencial comprador e no aconselhamento da imobiliária. Por se tratar de um acordo importante que afeta as negociações até a compra, verifique-o cuidadosamente. Taxa de corretagem (remuneração) – São descritos o valor da taxa de mediação a ser paga a uma imobiliária e o momento do pagamento.

Uma vez que existem muitos problemas relativos aos honorários de mediação, discuta minuciosamente com uma imobiliária antes de celebrar um contrato de mediação. Além disso, como existem leis e regulamentos relativos ao valor máximo da taxa de mediação que uma imobiliária pode receber, entenda o esboço antes de discutir com uma imobiliária. Obrigações do cliente – Nos termos e condições padrão, as obrigações do cliente também são definidas para que o cliente e a imobiliária procedam à transação de boa-fé entre si.  https://www.remax.com.br/apartamentos-a-venda-em-barueri

Havendo incumprimento do dever por parte do cliente, a imobiliária pode reclamar despesas, etc. ao cliente com base em contrato de mediação, até ao valor equivalente a uma comissão de corretagem. Obrigação na celebração de um contrato de mediação geral (tipo explícito) Se solicitar a mediação a outra imobiliária concomitantemente durante a vigência de um contrato de mediação, fica obrigado a notificar a imobiliária nesse sentido. Obrigações comuns a um contrato de mediação geral (tipo não explícito) e (tipo explícito).

 

Como proprietário vendedor, você trabalhará com alguém que o ajudará a atingir seus objetivos

Isto implicará uma confiança que deve existir em ambas as direções. Esta confiança será dada primeiro com base em alguns elementos e depois deverá continuar a ser merecida. Quer esta pessoa trabalhe por conta própria, numa pequena agência ou numa grande estrutura, ela será o elemento chave para o sucesso ou fracasso do seu projeto. As qualidades essenciais que qualquer corretor digno desse nome deve possuir:

Simpatia, disponibilidade, profissionalismo, experiência, treinamento certificado, honestidade, seja confiável, a capacidade de dar bons conselhos, ter uma estrutura e rede eficientes, a capacidade de cuidar de toda a operação de A a Z, ser capaz de lhe fornecer segurança na transação, saiba defender seus interesses, antecipar e resolver dificuldades com antecedência. São estas qualidades e competências que servirão de base para a confiança e que irão reforçar essa confiança. https://www.remax.com.br/apartamentos-a-venda-em-araras

Desejo-lhe sucesso em seu projeto. Escolha sua imobiliária – Confiar a venda ou aluguer do seu imóvel é um projeto importante para o qual deve sentir-se confiante e bem apoiado. Se decidir recorrer a uma imobiliária, é fundamental escolher a imobiliária certa , aquela que será especialista no mercado local . Aqui estão nossas 5 dicas para fazer a escolha certa.

 

Page 3 of 36

Powered by WordPress & Theme by Anders Norén